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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Aumente a sua prosperidade financeira mudando a forma de pensar

Sabemos que aqueles que têm mais insatisfação financeira pensam de forma diferente daqueles que estão cada vez mais satisfeitos com as suas contas.



Hoje irei revelar quais são essas diferenças!

Que relação tem com a competição no mercado de trabalho? Como vê a questão da concorrência?

Na maioria dos casos a concorrência é vista com uma competição negativa, pois queremos mais clientes, vê-mos o outro com mais e ficamos com um sentimento de tristeza porque não somos nós, dizemos que não temos sorte e ficamos sem energia para acção. Este processo só desgasta e não vai levar ao sucesso. Pois o seu foco está naquilo que o outro está a fazer, a produzir, acreditando que não irá ser capaz de ter clientes pois o outro lhos está a roubar. ESTÁ A GERAR UMA MENTALIDADE DE ESCASSES E FOCADO NA FALTA.

Este pensamento é anti prospero.

Mudando a forma de pensar em três dicas!

DICA 1 - Ver o competidor como ele é um colaborador:
Se o outro está a fazer o mesmo que você, Ele é um colaborador para si, pois está a fazer publicidade do produto ou dos seus serviços pois estão a colocar cada vez mais a necessidade daquele produto ou serviço no mercado.

DICA 2 - Nunca denegrir o outro. As pessoas de sucesso elogiam sempre o trabalho de outros colegas porque a vida é um imenso palco onde poderemos todos brilhar e aplaudir o sucessos do outro e trazendo para nós essa mesma energia.

DICA 3 - Ampliar a visão do beneficio. Pois se eu ficar bem, não só eu e a minha família vai ficar bem como o resto dos meus familiares, as pessoas que eu possa dar emprego e outras pessoas que vejam em mim a sua própria inspiração de se mais e melhor.Criando uma rede energética positiva de amor e harmonia. Quando restringimos o nosso foco está redimensionado no pequenino a ganhar pouquinho dinheiro e a crescer pouquinho.


Em que ponto é que você tem estado a travar o seu fluxo financeiro?

Espero ter ajudado e que durante a próxima semana já possa ter retorno desta mudança!

Permita-se ser feliz!









terça-feira, 28 de julho de 2015

O meu segredo para este sucesso...

A Sua vida vai mudar e eu já pude comprovar...se passar um mês inteiro sem reclamar, depois de um mês a mente criou habito...
Substitua a reclamação por gratidão....agradecendo tudo o que acontece na sua vida...tudo tem uma mensagem, uma aprendizagem...É esse o meu segredo...



Queixa vem do latim, de quassiare, de quassare, que significa golpear violentamente, quebrantar, e expressa uma dor, uma pena, o ressentimento, a inquietação… 
Um amplo espectro de sensações, mas com um nexo comum: o seu caráter negativo. E este processo leva ao ódio e, como é bastante sabido, o ódio leva ao lado escuro.
 Blancpain explica que sua ideia é deixar de reclamar por coisas pequenas que, na verdade, não importam. “A chuva, o bebê que chora no restaurante, o chefe que te faz ficar uma hora a mais no escritório, o ônibus que você perdeu na hora de ir trabalhar”. Acontecimentos que “vistos com perspectiva não têm importância, e que reclamar é uma perda de tempo e de energia”. “Se temos comida, casa, família, amigos… não deveríamos ser felizes?”.
Ainda que reclamar em si não seja ruim, a ideia é não reclamar pelas pequenas coisas. “Se temos comida, casa, família, amigos… não deveríamos ser felizes?”
Segundo Blancpain, os benefícios dessa atitude têm duas caras. Por um lado, aumenta “a sensação de felicidade” e diminui a de “estar esgotado”. Por outro, adquirimos “conhecimentos sobre a forma como nos comunicamos e como se comunicam as pessoas do nosso entorno”. Durante esse mês, afirma que se dá conta de que certos conhecidos são muito negativos e o fazem mais infeliz. “Pode soar duro, mas acho que não é razoável passar tempo com uma pessoa com a qual nos sentimos pior depois”.
Os criadores da iniciativa têm o conhecimento de anos de prática. Um truque é transformar as reclamações em sugestões positivas 
Sem serem especialistas em psicologia, Blancpain e Pelgrims têm o conhecimento resultante de anos de prática. Um truque é transformar reclamações em sugestões positivas. “Se alguém vem e me conta alguma pequena coisa negativa sobre seu trabalho, pergunto se não acha que seu chefe horrível é sinal de que deve procurar um novo emprego”. Quando você está mal e não pode estar na rua, sugere ir “ver um filme”. Alguns vão um pouco mais longe e levam um elástico ao redor do punho com o qual causam dor cada vez que se queixam alto, para se condicionar. “No mínimo ajuda, mas o importante não é deixar completamente [isso Blancpain considera impossível], e sim se dar contar e redirecionar essa energia” para aspectos positivos.
Esse foi o primeiro ano que abriram ao grande público. Estimam que foi um êxito. Alguns enviaram e-mails assegurando que tinham tornado suas vidas melhores, outros comentaram que viram um efeito negativo em suas vidas ao se dar conta de que tinham pessoas muito negativas em seu entorno. O sucesso os pegou de surpresa, de forma que na próxima edição pensam em preparar materiais, artigos, experiências… para ajudar a quem quiser se unir.
Escolheram fevereiro por ser o mês mais curto do ano, e seria mais fácil de conseguir, mas parar de reclamar não está limitado a esse período. “Pode deixar de reclamar agora mesmo, esteja onde estiver, e ter um melhor março, abril ou junho”. Só lembre que, se algo “realmente ruim” acontecer na sua vida, melhor “contar a seus amigos”. Supõe-se que tem que se sentir feliz, não miseravelmente sozinho.

Permita-se ser feliz...


terça-feira, 21 de julho de 2015

Quem ama Liberta

O amor não prende, liberta! 
Ame porque isso faz bem a você, não por esperar algo em troca. Criar expectativas demais pode gerar decepções. 
Quem ama de verdade, sem apego, sem cobranças, conquista o carinho verdadeiro das pessoas.
- Chico Xavier -


Amor é liberdade e não um sentimento de prisão, só conseguimos amar sem amarras quando nos amamos profunda e completamente a nós próprios com todas as possibilidades de erro...

Pode parecer-lhe bastante controverso este titulo, pois é mais fácil pensarmos em relacionamentos de prisão, de posse, do que em relacionamentos soltos baseados no amor como forma libertadora de um ser que acima de tudo se ama, solto que por amarmos tanto aquele ser podemos ficar feliz se ele/ela pretenda casar ou viver com outro alguém.
Lembra-se do seu primeiro relacionamento? Não me estou a referir ao primeiro namorado/a, mas sim ao relacionamento que teve em primeiro lugar na sua vida. Sim, consigo mesmo. sim estou a falar do valor que aprendeu a dar a si mesmo e à relação que tem consigo desde sempre.
Se desenvolver um relacionamento consigo pautado pela segurança, respeitando os seus sentimentos (dizer não quando quer negar e aceitar o que quer para si). Aprender a respeitar-se é aprender a sentir carinho e amor por si mesmo, quando é para descansar, descanse, e quando é para trabalhar dedique-se com paixão.
Quantos sonhos ficaram por cumprir?
Será que é você o entrave dos seus caminhos?
Já pensou que pode ser o seu maior inimigo?
Se não tem uma boa relação consigo, como pode ter bons relacionamentos com os outros?
Quem ama liberta de tudo o que sejam amarras, condições, crenças limitantes, pequenos ses .
Desta forma recomendo que o primeiro passo para aprender a amar é rever a sua autoestima. Como pode dizer que ama alguém se não se aceita? O mesmo se passa consigo mesmo quando não se aceita profunda e completamente, sem condições impostas quer por si quer pela sociedade.
O ser humano é um ser em construção e constante aprendizagem, e por isso passível de erro. Liberte-se dessa culpa por não ser desta ou daquela maneira e assim vai ser mais fácil aceitar o outro. Já Freud dizia que o ser humano faz um processo de transferência quando critica o outro pois tem medo dessas mesmas limitações.
Porquê tanto medo do amor?
Saber amar é um desafio da humanidade do seculo XXI, amar sem medo de se magoar, depois do amor nem sempre vem a deceção. A mágoa acontece exatamente quando esperamos demais de quem amamos. É como comer uma refeição deliciosa, ao fim de algumas horas transforma-se em dejetos. Também não é necessário deixar de comer, para deixar de ter prisão de ventre, é só saber comer. O mesmo se passa com as emoções, saber lidar com elas é próprio da inteligência emocional.
No aspeto das relações interpessoais coloco como primordial saber lidar com o amor. Por vezes o amor fere, o amor dói, quando existe a deceção amorosa, a magoa, o odio.
A mágoa só existe em alguém que amou ou ama de forma presa às suas próprias expetativas e carências emocionais.
Um segundo passo será avaliar essas carências emocionais, o outro não as conhece e é utópico pensar que as possa preencher.
Para melhor ilustrar o que refiro lembro-me de um livro "A arte de amar" de Erich Fromm, que fala sobre o amor imaturo e sobre o amor maduro. Amar de forma madura é amar de forma incondicional, sem esperar nada em troca, aceitando tudo o que o outro tem para nos dar.
A deceção só existe naquele/a que coloca “o amor” acima de tudo na sua vida; aquela pessoa que não se ama em primeiro lugar, não se valoriza, coloca a outra pessoa a personagem principal da sua história. E mais tarde pode desiludir-se com o marido ou com os filhos, essa desilusão percorre anos por vezes. Dificilmente se desilude consigo mesma.
Se procuro amor no outro, será que eu me amo todos os dias de forma incondicional?
Ou pelo contrário procuro alguém que seja um apoio, como se fosse a outra metade da laranja?
E se esse apoio falhar?
O que será de si pela metade?

Hoje, portanto, escrevo para todos aqueles que se encontram deprimidos ou revoltados por ter passado por uma deceção amorosa.

Em primeiro lugar não deve dizer que sofreu mas sim que viveu. Já passou, a responsabilidade da sua existência foi só sua e só representará sofrimento para si se o permitir. Por isso, jamais sofra pelas perdas, porque elas, sistematicamente, trazem a semente de um benefício maior! Como diz um ditado: se perder, ganhe ao menos a lição!
O grande segredo para evitar uma deceção amorosa é saber visualizar para a sua vida sempre o melhor, acreditar que você merece o melhor, mas colocar as suas expectativas sobre você e não sobre o outro - o seu amor. Não é o outro que pode melhorar ou piorar a sua vida – é você mesmo!!! Na verdade, você é responsável apenas pelas escolhas que faz e se as atitudes da pessoa que ama não combinam com aquilo que acredita que merece receber – o melhor – não se dececione! Deixe-o ir...
Trabalhe o desapego das relações, não dependa de ninguém para ser feliz.. Desapegue-se...
Desapego não é falta de interesse, nem falta de amor, mas sim liberdade e independência.
E se alguém achar que o desapego é falta de interesse, é porque só sabem viver no apego.
Por isso acham inconcebível poder gostar de alguém e não sofrer com a perda.
Desapegar da pessoa que se ama, é isso mesmo:
Sentir-se plena junto da pessoa que se ama, mas também sentir-se plena quando a pessoa que se ama não se encontra fisicamente presente.
Permita-se ser feliz

quarta-feira, 22 de abril de 2015

E hoje já fez a sua higiene mental?





Higiene mental é a área da medicina que se preocupa com a defesa da saúde mental.

É um ramo da medicina que define normas que têm como objetivo os cuidados com as doenças que afetam a mente.
A higiene mental é influenciada por vários comportamentos. É importante pensar positivo, cuidar da auto-estima, estimular a mente através de exercício, praticar exercício físico, se alimentar de forma saudável, manter relacionamentos sociais saudáveis etc. A higiene mental é essencial para que o ser humano esteja em equilíbrio e interaja de forma saudável com outras pessoas no seu meio envolvente.
Os axiomas propostos por Clifford Whittingham Beers e o psiquiatra suíço Adolf Meyer serviram de fundamento para o desenvolvimento da higiene mental. Beers sofria de distúrbios mentais, e chegou mesmo a tentar o suicídio. Depois de estar internado em algumas instituições psiquiátricas, escreveu a obra autobiográfica A Mind That Found Itself, que descreve os abusos sofridos em várias instituições. Beers é considerado o fundador do movimento americano de higiene mental e é presidente honorário da Federação Mundial para Saúde Mental.
Estes axiomas são diretrizes da higiene mental, que consistem em: criação de normas para manutenção da saúde mental; comportamentos de prevenção de doenças mentais e disfunções congênitas; aprimoramento da terapêutica e cuidados atribuídos a pacientes mentais; auxílio aos indivíduos necessitados para ajudá-los na integração na sociedade e no contexto laboral; aumento da conscientização da comunidade em relação a conflitos psíquicos no âmbito da economia, criminalidade, educação e comportamento humano.
A autonomia, o bem-estar subjectivo, o potencial emocional e a competitividade fazem parte dos factores que deve cuidar a higiene mental. É importante ter em conta que a ausência de distúrbios mentais reconhecidos (como a esquizofrenia ou a psicose) não significa obrigatoriamente que a pessoa em questão tenha bem-estar mental.
A saúde mental de um indivíduo reflecte-se no seu comportamento diário e está associada à capacidade para gerir os seus receios e as suas angústias, controlar a ansiedade, enfrentar as dificuldades e aliviar as tensões. Todas as pessoas deveriam poder andar com a sua vida para a frente de forma independente sem que as relações interpessoais afectassem o seu poder de decisão e resolução.
A higiene mental deve ser cuidada por cada indivíduo através de hábitos positivos que lhe permitam manter o equilíbrio interno. A valorização positiva das características próprias e alheias, a catarse emocional e o reforço da auto-estima são algumas das questões que qualquer pessoa deve trabalhar para proteger a sua higiene mental e para evitar desequilíbrios psicológicos que lhe impeçam de se desenvolver com normalidade.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Porque a preocupação nos impede de prosperar

Olá seja em vindo/a!
Viver preocupado com alguma coisa é comum a todos nós. É na infância que nos incutem que é perfeitamente natural. Mas na verdade, o que muita gente desconhece, é que a preocupação nos traz precisamente o contrário do que queremos alcançar. Ora vejamos:
Quam
Quando temos um problema parecer estranho não nos preocupar-nos, pensamos que o estarmos preocupados pode ajuda a resolver.
Se analisarmos bem as ocorrências na nossa vida e o que sentimos acerca delas, verificamos que os resultados não têm sido assim tão bons. E ,passado algum tempo , acabámos por verificar que aquela preocupação só nos trouxe mal estar, noites sem dormir, problemas no trabalho, falta de concentração, prejuízo financeiro e  na saúde. E afinal não ajudou em nada na situação que precisávamos resolver. Na verdade muitas vezes até complica.
As preocupações interferem no nosso bem estar e na nossa energia afectando a nossa vida em todas as áreas.
Quem tem preocupações tem medo, ou seja ausência de fé. Pois quem tem fé não tem medo, acredita no poder divino, que na vida ou na morte esse poder está com ele.

As coisas não fazem o homem sofrer,
mas sim a ideia que ele tem delas.
EPICTETO


A constelação emocional do medo

Cada medo é constituído por três partes: uma é resíduo do passado, outra advém da falta de certeza do presente e a última é resultado de uma avaliação negativa do futuro. Na base de tudo isto encontra-se o sofrimento humano e quase todas as patologias psicológicas e emocionais existentes.
Quando o medo toma o controlo

E quando termina um medo e o substituímos por outro?
O nosso intelecto, a nossa vontade e os nossos sentimentos dependem, em grande parte, dos juízos de valores. Por isso quando retemos o medo e não agimos em conformidade, adoecemos. O medo de ter medo é o pior de todos.

ESTRATÉGIA POSITIVA 
  • detectar os nossos medos e tomar consciência deles;
  • Aceitar que é normal ter medos, agradecer a sua existência para a auto sobrevivência, mas à medos que os pode deixar ir embora pois já não necessita deles;
  • Enfrentar o problema e os medos que pressupõe (fortalece-nos);
  • Aprender a tranquilizar-se;
  • Trabalhar a sua auto estima, valorizando-se criando mais segurança;
  • Aprender a ceder o controlo da vida quando as coisas não dependem de si;
  • Trabalhar o conceito de "aprender a perder";
  • Potenciar o valor da confiança;
Avalie agora como se sente...Até ler este artigo pode ser um sinal...
Para se deixar ser feliz, com a pessoa maravilhosa que é....





quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Para Psicólogos/Psicoterapêutas



Hoje quero falar com os colegas psicólogos, psicoterapêutico, que muito respeito, admiro e aprendo com eles todos os dias....


Encontram clientes que por mais sessões de psicoterapia que eles tenham, o processo de mudança não acontece. Mas porquê?

Pode haver muitas razões, apenas me vou debruçar sobre

O processo de transferência

Se o cliente gosta de se queixar, o psicólogo com toda a sua paciência e empatia vai ouvindo, o paciente pode até verbalizar, "ninguém me ouve...só o senhor..." Ele tem o terapeuta como moleta. O psicoterapêuta que pensa que a empatia é colocar-se no lugar do outro, vai transferir aquela historia, identificando-se com a história de vida dele. E de repente o psicoterapêuta já tem um papel de mãe, de pai na vida do cliente, e o profissional nem se apercebeu. Mas este processo só acontece quando o profissional permite. Desta forma, como o paciente continua no conforto dele, nunca vai mudar. E com este terapeuta nunca vai ter a mudança que necessita.

Quando o terapeuta se torna "Amiguinho" do paciente, os bloqueios do inconsciente aparecem e desta forma é difícil chegar até lá para que haja a mudança. Não se esqueçam que ter empatia é "calçar os sapatos do outro sem tirar as suas próprias meias". A empatia terapêutica requer sempre uma compreensão das emoções do outro com o distanciamento devido. Mesmo as emoções são sentidas de formas diferentes com intensidades diferentes. Por vezes algumas histórias por muito que nos parecem familiares não nos podemos deixar envolver pelas emoções. No caso de isso acontecer, é porque também nós temos algo a trabalhar, pois caso contrário iremos parar na psicoterapia quando esta nos trás também a nós desconforto e bloqueamos.

O verdadeiro terapeuta não é aquele que dá colinho ao paciente, pois se for esse o caso, o paciente vai À consulta porque esta o faz sentir bem. Não tem onde ir, por isso vai até à clínica, onde são simpáticos e onde se sente bem. É importante dar um prazo de tratamento, ou quando o paciente tem muitas dificuldades a ultrapassar trabalhar cada uma por sessão, explicando como está a ser o percurso do tratamento. Responsabilizando-o também deste percurso.

O Psicoterapêuta acima de tudo deve trabalhar o que bloqueia o paciente na bolha de conforto doentio. Por vezes o paciente sabe o que tem ou deve fazer, mas o pior é conseguir sair dessa bolha. No caso do psicoterapêutico tiver bloqueios no inconsciente irá se associar a esta forma de vida sem se aperceber.

É importante que o Psicólogo Clínico/Psicoterapeuta faça psicoterapia, desbloqueie os seus medos, temores e faça uma reciclagem emocional dentro de si.

Permita-se ser feliz...








domingo, 11 de janeiro de 2015

Técnica da sanduíche na hora de dar limites ao filho/a

Um bebé quando nasce têm já formada a sua auto estima, sim ela gosta dela. quantas crianças sorriem no seu primeiro dia de vida?

Ao longo da sua infância essa auto estima irá ser lapidada pelos que estão à sua volta, os pais, o grupo de pares e até os professores.

Frases como : "és um preguiçoso!", "Tu não sabes fazer nada bem feito..." "dá cá que eu faço, não sabes fazer nada...", podem destruir as auto estimas mais frágeis, e na criança é tudo fragil, pois eles têm um poder de acreditar piamente em cada palavra. Se analisarem, algumas palavra destas frases percebem que até são irreais! Para as crianças tudo é dito com um sentimento x 200. e sentido dessa forma.

E perguntam voçês: "Sim, eu dou muito amor, carinho e atenção ao meu filho, mas por vezes tenho que lhe chamar atenção, "dar uma bronca" pôr limite?

Até para pôr limite poderemos faze-lo sem ferir a sua auto estima, mas pelo contrário fortalecendo as suas capacidades para conseguir ser uma criança/adolescente/adulto melhor.

Como?

Utilizando a técnica da sanduíche. no meio de dois aspectos confortáveis vem o que nós não aprovamos. Sim porque é algo que nós não aprovamos, independentemente de estar realmente correcto ou não.

Irei dar vos um exemplo:

Eu sei és um menino inteligente, por isso eu vou ter esta conversa contigo, eu não gostei do teu comportamento à pouco com tal pessoa(...). mas eu sei que és capaz de mudar e fazeres antes daquela forma.

Passar sempre a ideia que o seu comportamento não vai influenciar no amor que os pais sentem por ela. Para que o valor que ela tem de si própria não se confundir com os seus comportamentos.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Programa: Emagrecimento após os 40 com o poder da mente Parte 1

Elaborar um programa de Emagrecimento após os 40 anos através do poder da mente foi um trabalho bastante elaborado, mas para a paciente que quer emagrecer através deste programa não é difícil.
A nossa forma de pensar, as nossas funções cerebrais que conhecemos e as que não temos consciência. A mente continua a ser um verdadeiro enigma, digno de grandes estudos, contudo já sabemos muito das nossas capacidades mentais ao ponto de podermos estabelecer dicas para ampliar a sua performance e eficiência.

Hoje tenho para vocês apenas algumas dicas deste programa.


1. Fortalecer a rede social e de afetos: O suporte social e a capacidade de se integrar em algum grupo com o qual se identifique são básicos para a manutenção da saúde mental. A disponibilidade para estabelecer e fortalecer relacionamentos afetivos também. Para muitos neurocientistas, o amor é uma das atividades mais importantes da mente, que envolve, entre outras coisas, compreensão intelectual e disponibilidade emocional. Tenha consciência deste processo e usufrua do sabor deste sentimento tão nobre. O facto de não ter companheiro/a amoroso/a pode apenas atirar as pedras que está a carregar nas suas mãos e amar os seus amigos, a sua família. Não se esqueça que antes deste passo deverá a prender a amar-se mais.



2. Cultivar a espiritualidade: Independentemente da sua religião, cultivar a sua espiritualmente não é de religião mas sim do seu interior. A procura de uma dimensão espiritual, que pode ser a própria procura da sua missão de vida. É uma forma de manter a mente "ereta" e o espírito tranquilo. Funciona também na doença: médicos relatam que doentes que têm ou procura um envolvimento espiritual reagem melhor aos tratamentos e recebem alta mais cedo.
3. Atividade física 
Para uma mente sã, é necessário um corpo são. O seu corpo gosta de ser mimado, desde o banho, o creme depois do banho, a caminhada ou o exercício físico, o seu corpo irá recompensa-lo/a por isso. Não importa o tipo e a intensidade da atividade --a melhor é aquela que se gosta de fazer. A ressalva são atividades que implicam em competição ou exigência de performance, que se podem tornar um factor a mais de stress. O melhor são as atividades feitas ao ar livre: a exposição à luz solar é importante na manutenção do equilíbrio emocional, e o contacto com a natureza para renovar energias.
4. Manter uma alimentação saudável e regular: Embora esteja comprovado que suplementos alimentares tenham ação efetiva na prevenção de doenças, a carência dos nutrientes encontrados naturalmente nos alimentos prejudica o desenvolvimento e a manutenção das funções cerebrais. A primeira refeição do dia, quando a hormona do cortisol ( a hormona do stress), considerada o "maestro" das outras hormonas, está em alta, é fundamental para o bom funcionamento da mente.
5. Cuidar do sono: Dormir bem é essencial para manter e equilibrar as funções cerebrais. Durante o sono, além de desativar áreas que ficaram hiperativas durante o dia, o cérebro tem o poder de ativar outras áreas que são pouco utilizadas, o que, se acredita, ajuda a igualizar as funções cerebrais, permita estar alguns minutos antes de dormir e de forma consciente com a mente limpa. E tenha um sono tranquilizante. Para os/as obesos/a aconselho uma oração terapêutica antes de dormir. Fazer esse tratamento durante 21 dias. (peça a sua oração terapêutica para soniapsicologia@sapo.pt).


O importante, afirmam os médicos, é garantir a qualidade do sono. Se não há alguma doença específica, medidas comportamentais (como desligar-se dos problemas e criar rituais antes de ir para a cama) e ambientais (como um quarto silencioso e escuro) podem garantir uma noite bem dormida --e uma cabeça "boa" ao acordar. Verifique se o seu quarto respeita o Feng shui.

6. Criar espaço para o autoconhecimento: No dia-a-dia, criar oportunidades para ter contato com o mundo interno, para ouvir e entender o que o corpo e a mente necessitam. Isso pode se dar por meio de um processo solitário, como a meditação. Neste momento grupos de mulheres com peso acima da média estão a chegar a resultados desejados e a não voltar a aumentar de peso só com este poder extraordinário da meditação. Numa fase inicial, a ajuda de um psicoterapeuta é essencial. Em qualquer caso, é preciso ser feito sistematicamente, organizar-se para ter um tempo para cuidar de si e se manter íntegro, a autodisciplina é um grande aliado.
7. Respirar plenamente: A respiração diafragmática (que, na inspiração, leva o ar até a região do abdômen, como se tivesse um balão no estômago que enche e esvazia)) é um dos métodos mais simples e eficientes para se obter um estado de relaxamento físico e mental tanto no curto como no longo prazo. Ao empurrar o ar para a região abdominal, expandindo-a, aumentamos a área de oxigenação pulmonar e também oxigenamos melhor o cérebro, relaxando o músculo que fica abaixo do estômago, o diafragma que está sempre contraído nos casos de stress. É a respiração natural dos bebês, mas que a maioria das pessoas desaprende ao crescer, substituindo-a pela respiração torácica, curta e rápida, que manda ao corpo e à mente mensagens de uma situação de angústia (a dor no peito causada pela contração do diafragma) e de perigo (induzindo às reações fisiológicas do stress).
8. Ir atrás dos pequenos ou grandes prazeres: Deixar a mente abrir-se ao prazer, e usufruir dele, é um excelente energético para a saúde mental. Respeitar os próprios desejos, gostar daquilo que se sabe fazer melhor e gratificar-se por seus esforços e conquistas criam um círculo virtuoso de bom humor, auto-estima, confiança e equilíbrio mental. Passar pelo menos uma hora por dia a fazer o que realmente lhe dá prazer, e ter consciência desse prazer.
9. Controlar o colesterol, a pressão, o stress, o peso, enfim, os mandamentos do coração saudável: Os fatores de risco cardiovascular não culminam só em problemas cardíacos mas também em acidentes cerebrais, como o derrame e a esclerose cerebral. Todos os cuidados indicados para o coração também são considerados preventivos de doenças degenerativas.


10. Aprenda  ser a sua melhor amiga: Comece a pensar mais em si propria do que nos outros. Diga não quando tem que dizer não. Para de engolir sapos. Já viu sapo magro? Claro que não, não existe. Seja o/a ator/atriz principal na sua vida.

Permita-se ser feliz, goste de si, que eu também gosto.





sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Insatisfação permanente

Antes de mais queria felicitar-vos por estarem por cá! E desejar que cada momento deste ano o possam saborear com o gozo que merece!

Ficar satisfeito/a é só para alguns...

A SIC síndrome de insatisfação crónica manifesta-se de várias maneiras. Numa fadiga constante ou num permanente reclamação da vida, do trabalho, do local onde se mora. Uma ansiedade enorme por férias em lugares distantes e exóticos, um suspirar pelas vidas famosas de cinema e TV, compras fora de controle, na tentativa de satisfazer o vazio interior com coisas que apenas ocupam espaço e desgastam o cartão de crédito. Um descontentamento generalizado com a vida que se tem numa idealização da vida de outros. 


"...Se ao menos eu tivesse um marido atento e carinhoso...!" "Se ao menos eu tivesse os filhos que ela tem, tão dedicados e inteligentes..."

E na iminência de ter a viva que imaginam e que não existe nem nos outros, fazem tudo para estragar a sua. Fazem compras para adquirir algo que ocupe um espaço que não conseguem ocupar. Comem grandes jantaradas e mesmo assim sem satisfazer a fome que é imensa. Mudam de parceiro/parceira para obter o prazer que nenhum lhes dá. Experimentam sensações fortes, nas drogas ou mesmo no fumo de ervas esquecendo-se que as sensações de gratidão, compaixão ou felicidade já lá vai.

Sente que a vida não é suficientemente excitante? Não se consegue entusiasmar ou motivar com nada? Acha que possa estar a perder algo importante porque simplesmente nada o interessa ou surpreende? Foi assolado pela síndroma da insatisfação? Parece que não está sozinho. Todos nós sentimos isso numa altura ou noutra ou até em várias. O que fazer para combater a síndroma da insatisfação? Volte a apaixonar-se pela vida! Como? Inspire-se nestas 10 dicas.


  1. Faça mudanças pequenas e positivas. como por exemplo alimentar-se de forma saudável e fazer exercício.
  2. Expulse os pensamentos negativos. 
  3. Veja o lado maravilhoso das coisas.
  4. Estime os seus entes queridos. 
  5. Persiga uma paixão.
  6. Relacione-se com pessoas motivadas.
  7. Faça uma pausa para retemperar forças.
  8. Obtenha excelente feedback
  9. Ajude os outros
  10. Pratique meditação

domingo, 14 de dezembro de 2014

7 Dicas anti envelhecimento cerebral

  1. Fazer exercício físico regularmente faz bem ao corpo e ao cérebro também. Este a cada passo fica mais tranquilo e saudável. O indicado será 30 minutos por dia, todos os dias.
  2. Uma dieta alimentar variada, rica em fibras, gorduras saudáveis e proteínas em quantidades moderadas faz com que a performance neural seja alta. Ao contrário, quando consome hidratos de carbono e gorduras saturas, como as batatas fritas, doces, o cérebro entra num estado de euforia e de seguida pura preguiça. O café pode ser um aliado do seu cérebro. Alguns estudos indicam-nos que um café por dia pode ser uma boa prevenção da doença de Alzheimer. O peixe rico em ómega 3 e a semente de linhaça são poderosos para o desenvolvimento cerebral 
  3. Uma boa noite de sono é essencial. É durante o sono que o cérebro selecciona os pensamentos e memórias que aconteceram durante o dia. O cérebro tem que fazer um refresh daquilo que não é necessário. Quando não dormimos bem ou fazemos uma direta as nossas sinapses (processo de transmissão de informação de um neurónio ao outro) ficam lentas, é difícil recordar coisas a curto prazo e a aprendizagem está afetada.
  4. Mas por vezes, mesmo dormindo as horas necessárias ( media de 8 horas/noite), e de ter uma alimentação cuidada não é suficiente para conseguirmos ter novas ideias e nos sentirmos frescos/as como uma alface. Há dias em que o cansaço mental nos invade, ou devido a uma alimentação de carnes vermelhas ou de alguns abusos de álcool, o certo é que o hipocampo fica intoxicado. O hipocampo coordena o sistema endócrino/hormonal. Com este pequeno órgão cerebral intoxicado temos mais pensamentos negativos durante o dia e pesadelos durante a noite. A dica, para além de ter uma alimentação mediterrânica, é poder fazer mindfulness, artesanato, Yoga ou meditação para poder ajudar a sua mente a equilibrar-se.
  5. Sonhar com os olhos abertos e a mente acordada é o melhor elixir para o cérebro. Se  deseja fazer algo novo ou ter algo novo, imagine-se lá, cultive os seus sonhos com a certeza que se vão realizar a seu tempo. Quem semeia colhe! No caso de achar que já não tem idade para ter sonhos, ajude os seus netos, sobrinhos a acreditar nos seus sonhos e sinta-se grato por esse feito grandioso.
  6. Os quebra-cabeças, sopa de letras, ou sudoku são considerados exercícios mentais, mas até hoje nenhum ficou provado que fortalece o cérebro. Nos estudos que existem, os cientistas, referem que manter uma mente ativa em que tentar algo novo é uma constante retarda o processo de envelhecimento cerebral.
  7. Não se isole, cultivar a amizade sem julgar os outros é o segredo. Sei que com a idade temos uma experiência grande no que toca a relacionamentos interpessoais e à noção que temos do outro. Temos tendência em ver mais defeitos do que virtudes. O primeiro passo é aprender a aceitar o ser que é, sem julgamentos, amar-se na sua plenitude, isso vai ajudar a ver mais as virtudes nos outros e aceita-los como são "seres humanos passiveis de falhas". E permita-se ser feliz com a amizade!

sábado, 13 de dezembro de 2014

7 Dicas para terminar com o sofrimento

1. O seu mundo interior cria o mundo que está à sua volta, portanto, você é aquilo que pensa e faz; quanto mais reforçar o discurso e os pensamentos negativos, mais refém se torna deles. 
2. As coisas que ouve sobre dinheiro, sexo, relacionamentos, estudos, política etc. não são necessariamente verdadeiras; ao adotar novas formas de pensar e agir, com base naquilo que realmente é capaz de fazer, e realmente é, as coisas mudam naturalmente. Não se auto sabote com a crise!
3. Pensar em coisas boas ou em coisas ruins dá o mesmo trabalho, então, opte por coisas que contribuam para a sua felicidade e o seu sucesso e pare de adivinhar, de sofrer por antecipação e procure alimentar apenas pensamentos que lhe fortalecem. Pense sempre que melhores dias virão.
4. Os exemplos que você teve a respeito de muitas coisas eram o modo de agir dos seus pais, entretanto, a sua maneira de ver e fazer as coisas é você quem escolhe; escolha ser mais alegre, mais otimista, mais abastado e a felicidade será apenas consequência. Não seja pedinchão ao santinho lá da terra, agradeça-lhe como já estivesse a acontecer e vai ver que só dizendo em voz alta sente a força dessa graça dentro do seu peito.
5. Como diz o Seth Godin, a questão não é se você é capaz de fazer um trabalho digno e interessante, você é, mas a pergunta é: você está disposto? É mais cómodo reclamar do que levantar-se da cadeira para fazer algo diferente, mas é isso que você quer?
6. Levante-se todos os dias disposto a aprender algo novo e diferente, sem qualquer benefício prático aparente, pensar em ganhar algo sempre; isto vai reforçar a sua predisposição para a aprendizagem e redefinir os caminhos neurais para uma nova maneira de ver as coisas. Não esquecendo que enriquecendo-se só porque sim aumenta o valor que tem por si próprio. No caso de estar desempregado/a deverá levantar- todos os dias e procurar emprego bem disposta como se já o tivesse. no caso de ter de arrumar a casa, pense que tem de o fazer agora pois com o novo emprego irá ter menos tempo para isso, o melhor é adiantar serviço!
7. Os medos, os mitos e os sonhos surgem do mesmo lugar, ou seja, da nossa capacidade de alimentar, positiva ou negativamente, os modelos mentais que herdamos ao longo da vida, os quais só serão mudados a partir do momento em que tivermos coragem de experimentar um futuro novo e diferente. Permita-se ser feliz.




terça-feira, 2 de dezembro de 2014

PNL: A Nova Tecnologia do Sucesso

O que é a Programação Neuro Linguística - PNL?

Programação veio da informática, para sugerir que os nossos pensamentos, sentimentos e ações são simplesmente programas habituais que podem ser mudados pelo up grade do nosso "software mental" aprendendo a modelar a Excelência.
Neuro refere-se ao nosso sistema nervoso, aos caminhos mentais dos nossos cinco sentidos:a visão, audição, tato, paladar e olfato.
Linguística refere-se à nossa capacidade de usar uma linguagem e à forma como determinadas palavras e frases refletem os nossos mundos mentais. Linguística refere-se também à nossa "linguagem silenciosa" de atitudes, gestos e ações.
Reproduzimos estas ações através do que está programado no nosso cérebro. Mas como foi programado? Através da nossa educação, daquilo que construirmos sobre o que somos e daquilo que pensamos que os outros esperam de nós.

 Tudo que aprendemos a fazer é também produto dos nossos hábitos mentais. Desde a maneira como acordamos de manhã, fazemos as nossas rotinas diárias,ao modo como trabalhamos ou nos distraímos. Somos criaturas de hábitos, pessoas com padrões de comportamento e pensamento.
Qual é o seu prato preferido? Que caminho costuma fazer ao voltar para casa? Que hábitos faz há anos? É fácil identificar comportamentos, mais difícil é identificar padrões de pensamentos que faz à anos.

 Quando se veste de manhã, coloca primeiro as roupas acima da cintura ou vice-versa? De fato, estudos realizados em Universidades de psicologia descobriram que o comportamento humano é formatado quase totalmente de hábitos.
Esses hábitos ou padrões são bastante úteis. Além de nos permitirem fazer tantas coisas sem ter que pensar nelas, eles também são a base para a criação de novos comportamentos e para o reconhecimento de situações incomuns. Os obstáculos tornam-se visíveis quando queremos mudá-los.

Observar à distância é calmante e sem ligações á o que a PNL chama de processo de "dissociação". Com a PNL podemos observar de longe, à distância os comportamentos padronizados que são habitos na nossa vida, e como poderemos alterar para melhorar. Assim também poderá ser com o nosso pensamento.

Para que comece por mudar os padrões do seu pensamento, lanço-lhe aqui e agora um desafio. Para que possa mudar uma experiência de pensamento, comece por reservar um minuto ou dois para limpar a mente das suas atuais preocupações. Preste atenção ao seu corpo e faça uma ou duas respirações profundas e sinta o corpo a relaxar. Observe as áreas tensas e relaxe-as, ou então pressione cada músculo e deixe que eles relaxem. Agora,pense numa experiência agradável, numa época específica e prazerosa da sua vida algo que realmente gostaria de estar a pensar agora. Uma vez conseguindo
ver com seu olho mental uma lembrança específica e prazerosa, observe como se sente neste momento e usufrua dessa sensação.
Depois, deixe que esta experiência se aproxime ainda mais de si e se tornando-se maior e mais brilhante e ricamente colorida. Agora observe as sensações que está a ter no momento. Elas mudaram de alguma forma, talvez ficando mais intensas?
Agora deixe que esta mesma experiência se afaste da sua memória, ficando menor, como um esboço e apagada até ficar bem longe, do tamanho de uma estrela, lá em cima, brilhante mas longe. Observe agora as suas sensações. Ao terminar, permita que a sua experiência volte às suas características originais. O que acontece com a maioria das pessoas é que as suas sensações agradáveis se tornam notavelmente mais fortes conforme a experiência se aproxima delas, e mensuravelmente mais fracas quando elas se afastam.


Por isso, caso queira mudar de carro, mudar de emprego, mudar de casa, ou de marido, visualize-se primeiro numa perspectiva positiva, como se fosse um sonho, O Mais importante é que a partir desse sonho, possa planear cada degrau até chegar lá, por vezes a sua mente faz isso por si.

Relaxe e aproveite a vida! Permita-se ser feliz!

domingo, 30 de novembro de 2014

Casamento sem Sexo: Quando o marido não a procura…

Os estudos realizados no Brasil e em Portugal revelam que as mulheres estão insatisfeitas sexualmente com os seus parceiros. Estas mulheres têm relações sexuais menos de dez vezes por ano.

Para a grande maioria das mulheres que casam, ser feliz no casamento implica uma vida sexualmente satisfatória.
Mas o que é uma vida sexualmente satisfatória? Por muito de subjectividade que pode ter esta questão, pois tem a ver com a expectativa de cada um, tentarei de seguida dar vos uma noção.
Através dos estudos realizados por questionário a várias mulheres: uma vida sexualmente satisfatória deve-se a três principais componentes: preliminares, orgasmo, e frequência de actividade sexual.
Os estudos realizados no Brasil e em Portugal revelam que elas estão insatisfeitas sexualmente com os seus parceiros. Estas mulheres têm relações sexuais menos de dez vezes por ano.
Os problemas do casal podem ser variados, mas o sofrimento pode ser para ambos. O número de casais que procura Terapia de casal para avaliar e tentar solucionar o problema, tem aumentado.
O importante é conhecer as dificuldades para facilmente tentar ultrapassa-las.
Libido
Os factores de predisposição para a ausência de desejo sexual surgem de quatro grandes áreas: A pessoa; A família de origem (factores transmitidos através das gerações); A relação do casal ou Aspectos clínicos.
Autoconfiança
A autoconfiança é um ingrediente importante para que haja atracção mútua. Caso o toque ou as conversas íntimas tenham ficado para os primeiros anos de namoro, a situação pode ficar descontrolada. Pois a vergonha, um sentimento de culpa ou a dificuldade de como dar o primeiro passo torna-se o grande problema
Sentimentos negativos
Numa situação que já se prolonga, a frustração transforma-se em raiva quando a mulher não consegue obter o que deseja. A raiva faz com que ela fique ressentida com ele, diminuindo a qualidade da relação do casal, tal como um círculo vicioso. As consequências deste jogo de “só te dou, se me deres” podem ser mais profundas do que uma mera insatisfação sexual.
Medo de terminar a relação
Muitas mulheres fixadas no homem dos seus sonhos, presas a um casamento idealizado e medo de um divorcio ficam com uma atitude demasiado passivas, pois o querer agradar é tanto que se esquecem delas próprias. O homem aos poucos dá por sí com uma mulher que estará sempre ao seu dipor, que não diz “não” a nada. Quando a própria mulher se despreza dessa forma, fará o homem…
A cobrança
Numa tentativa de mudar o comportamento do seu parceiro por vezes refere a falta de sexo que tem tido levando-o a um sentimento frustração ou vergonha. Esta cobrança por vezes é em grupo, o que pode levar ao abismo da relação. Quando cobra o seu parceiro, está a estabelecer uma relação de stress. Caso esses momentos se repitam o seu companheiro irá associar o estímulo sexual que era positivo a negativo e stressante, o que o afastará. O sentimento de excesso de controlo afasta o outro.
Onde procurar ajuda? Com quem devo falar? Com a mãe, irmão, irmã, amigos, um psicoterapeuta de casal? O seu parceiro acompanhá-la-ia? É importante não envolver os seus filhos! Mas tem de falar com alguém porque guardar o problema só para si é pior do que o problema propriamente dito.
Para encontrar uma solução é crucial ir ao cerne da questão. Deve ter uma certa cautela quando lidar com o problema porque uma abordagem errada pode fortalecer o círculo vicioso e levar à rotura. Já não se sente atraída pelo seu parceiro ou haverá algum problema mais sério na relação que se esteja por detrás da vida sexual?
Na verdade, a falta de sexo é a causa de todos os problemas que daí advêm, e a impossibilidade de a resolver pode ser o motivo do divórcio. Nas relações interpessoais os ciclos viciosos ocorrem sem que os intervenientes se apercebam.
Quanto tem noção do que se passa, o problema assume novas dimensões. O círculo vicioso pode ser quebrado quando se tem consciência dele.
Em Psicoterapia é importante que o casal fique com consciência do seu problema e da personalidade real de cada um aceitando-se um ao outro com as suas potencialidades e dificuldades. Uma terceira pessoa pode dar-lhe uma visão diferente da situação e ajudar a descobrir o que vos sufoca, melhor do que uma pessoa da família, que está envolvida pelos laços da relação, e que pode tirar partido de um dos lados.
Numa segunda sessão o terapeuta avalia a relação com escalas de avaliação. Uma avaliação global da personalidade também é importante para que ambos ( psicoterapeuta e casal) saibam qual irá ser o caminho mais fácil a seguir.
Ao longo das sessões são abordadas as visões de cada um, desconstruindo-se a culpabilização mútua e abrindo espaço para a reflexão da relação que tem vindo a ser tecida entre o casal.