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segunda-feira, 30 de março de 2015

A importância da autoconfiança

Autoconfiança é a convicção que uma pessoa tem, de ser capaz de fazer ou realizar alguma coisa. Refere-se à competência pessoal.
Na abordagem psicoterapêutica de Friederike Potreck-Rose e Gitta Jacob (2006) para o aumento da autoestima, a autoconfiança representa um dos quatro pilares, sendo definida como “uma postura positiva com relação às próprias capacidades e desempenho e inclui as convicções de saber fazer alguma coisa, de fazê-lo bem, de conseguir alcançar alguma coisa, de suportar as dificuldades e de poder prescindir de algo.
A auto-confiança é extremamente importante praticamente em todos os aspectos da nossa vida, poderá fazer maravilhas favorecendo desde sua aparência física a seus padrões de sono. Está provado que pessoas autoconfiantes são mais bem sucedidas, saudáveis e aproveitam uma vida mais completa.
As pessoas auto-confiantes inspiram confiança nos outros. Ganhar autoconfiança, assim como a confiança dos outros é uma das principais vias para sermos bem sucedidos na nossa vida.
A boa notícia é que a auto-confiança pode realmente ser aprendida e construída. E, se você estiver trabalhando na sua própria auto-confiança ou a construir a confiança das pessoas ao seu redor, esse esforço será certamente recompensado.


Todos nós enquanto seres humanos, necessitamos de nos sentir competentes, eficazes e confiantes, face a algo ou às nossas capacidades. Estes sentimentos permitem que nos coloquemos num estado de elevados recursos, corpo e mente ficam sintonizados para construir uma resposta adequada ao desafio a enfrentar ou a resolver.
O Seu nível de auto-confiança pode evidenciar-se de várias maneiras: o seu comportamento, a sua linguagem corporal, a forma como você fala, o que você diz, e assim por diante.
A baixa auto-confiança pode ser auto-destrutiva, e muitas vezes manifestar-se com negatividade. As pessoas auto-confiantes são geralmente mais positivas, acreditam em si mesmos e nas suas habilidades, acreditam ainda na capacidade que possuem para viver a vida de forma mais plena e feliz.
Duas coisas principais contribuem para a auto-confiança: A auto-eficácia e a auto-estima. Nós ganhamos um senso de auto-eficácia, quando nos vemos a nós mesmos no domínio das nossas habilidades e nos vemos alcançando metas que necessitam dessas mesmas habilidades. Esta é a confiança, que se aprende quando trabalhamos duro numa área em particular, e acreditamos que vamos conseguir, e é este tipo de confiança que leva as pessoas a aceitarem desafios difíceis, e a persistirem diante de dificuldades.
Vale pensar a respeitos desta frase “Posso tudo que penso que posso”
Pensamentos e afirmações positivas podem ajudar a construir a autoconfiança, mas é também importante a definição de metas e viver a experiência do êxito. E assim construir um sentido de competência.
Construir a auto-confiança
Então, como é que você constrói essa sensação de auto-confiança equilibrada, fundada sobre uma firme valorização da realidade?
A má notícia é que não há nenhuma solução rápida. A boa notícia é que a construção da auto-confiança é facilmente alcançável, desde que você tenha o foco e a determinação para realizar determinadas coisas. A melhor notícia é que as coisas que você vai fazer para construir a auto-confiança também irão fazer parte da construção do
seu sucesso – afinal, a sua confiança constrói-se da verdadeira e sólida realização pessoal. Ninguém pode tirar isso de você!
Algumas dicas para fortalecer a autoconfiança
1) Faça exercícios e se alimente de forma saudável
Aparência é a causa número um para a baixa autoestima ao redor do mundo. Melhorar sua aparência física pode fazer maravilhas por sua confiança. Se exercitar geralmente é a melhor forma de fazer você se sentir melhor e parecer melhor.
Exercícios de qualquer tipo irão liberar endorfinas que são químicas liberadas pelo cérebro durante o exercício que aumentam o bom humor e mandam um sentimento de prazer através de seu corpo. Exercitar-se regularmente irá melhorar a aparência física de qualquer um e, consequentemente, sua autoconfiança. Você se sente bem, você sorri mais. Você sorri mais você sente mais confiança, existe um padrão aqui, não é?
2) Procure fazer contato visual
Muitas pessoas tem medo incrível de como as outras pessoas irão julga-las em diferentes situações. Ao fazer contato visual você diz a si mesmo que você tem valor, não tem medo e é confiante. Ao mesmo tempo você envia a mesma mensagem para a outra pessoa com quem está conversando.
Num primeiro momento muitas pessoas precisam se forçar a fazer contato visual por algum tempo antes que isso vire um hábito. Entretanto, uma vez que você conseguir criar o hábito de fazer um bom contato visual você naturalmente se sentirá mais confiante em todas as situações e cenários.
3) Encare seus medos, não tenha medo das falhas


Está é uma forte razão para o baixo nível de confiança em milhões de pessoas. Nossos sentimentos têm um controle incrível sobre nós e afetam a forma como pensamos a respeito de nós mesmos. Quando sentimos medo de alguma coisa nos sentimos fracos e com baixa confiança. Em razão de superar isso você deve encarar seus medos e começar a compreender o que você teme ao invés de fugir dele.
Aprenda a não ter medo de suas falhas. Todo mundo falha inúmeras vezes durante a vida. Algumas falhas não irão definir sua vida. A forma como você responde a essas falhas é o que irá te definir. A vida é feitas de momentos de acertos erros, aprendemos sempre.
4) Evite se comparar com os outros
Quando se compara com o outro vê apenas uma pequena fatia de como aquela pessoa realmente é. Todo mundo pensa, sente, aprende e enxerga as cosias de formas diferentes. Você é a única pessoa neste planeta com sua habilidade, as possibilidades em você são infinitas e diferentes de todas as outras pessoas, nem duas digitais são iguais. Lembre-se disso!
Quando você se compara com outras pessoas você tende a se comparar com a pessoa que você acredita ser o melhor naquilo na vida. Essa definitivamente não é uma boa maneira de se avaliar. Ao invés disso, se preocupe com quem você precisa ser para ser alguém de quem goste. Você se surpreenderá como as pessoas que gostam de si mesmas são confiantes.
5) Cuide de sua imagem !
Alguma vez você já ouviu a frase “quando você parece bem, você se sente bem”?
Existe muita verdade neste velho ditado. Cuidar de sua imagem na forma de vestir-se, de arrumar-se gera um efeito psicológico positivo resultando em melhores interações com as outras pessoas.
Vestir-se bem é uma forma fácil de aumentar sua autoconfiança. Isso foi estudado e provado ser muito efetivo.
6) Aprenda a cultivar o sentimento de gratidão no seu dia a dia !!
Cultive o habito de pensar positivamente. A gratidão te lembra das coisas positivas da vida. Faz você feliz com as pessoas e situações em sua vida, sejam eles pessoas queridas, uma pessoa que conheceu que foi atenciosa com você, ou mesmo um bem-te-vi que canta em sua janela.
A gratidão transforma o negativo em positivo. Seja grato por ter desafios. Seja grato pois você pode aprender com estes desafios. Seja grato pelos desafios fazerem de você uma pessoa mais forte.
O simples ato de dizer “obrigado” a alguém pode fazer uma grande diferença na vida dessa pessoa. As pessoas gostam de serem apreciadas por quem elas são e pelo que fazem. Não custa nada, mas faz alguém feliz. E fazer outra pessoa feliz vai fazer você feliz também e mais confiante.
7) Ajude quando puder !
O poderoso sentimento de ajudar os outros constrói autoconfiança em você e te ajuda a perceber que você é capaz de causar impacto neste mundo.
Aqueles que fazem trabalhos comunitários geralmente tem autoestima incrivelmente elevada.
Tonny Robbins disse isso da melhor forma: “O segredo de viver está em dar”.
8) Carregue a confiança com você
Carregue a confiança com você, só não precisa ser sobre seus ombros.
Existem inúmeras formas de como você pode exalar confiança e aqui vai algumas dicas: Fale claramente e com um volume razoável, tenha consciência de sua postura. Não cruze seus braços já que isso demonstra insegurança.
9) “Finja ser, até que você seja”
Todos nós já ouvimos esta frase antes, mas ela é muito aplicável quando se trata de autoconfiança.
Se você se encontrar em uma situação vulnerável e não muito confiante, este é o momento para ligar seu modelo mental de “finja ser, até que você seja”. Use as características de pessoas confiantes e aplique as mesmas em sua situação imediata. Procure por um modelo de alguém que você perceba como uma pessoa confiante e carismática, seja ela um personagem ou alguém que te fez sentir confortável antes.
Esses se tornarão hábitos com seu próprio tempo interior e definitivamente irão valer a pena

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

3 Grandes Mitos que a impedem de emagrecer

Muitas vezes temos um propósito, no nosso pensamento, a nossa intenção é boa,por exemplo emagrecer, mas logo de seguida alguns pensamentos boicotam essa intenção. Pensamentos esses fundados em crenças que podem vir até de mitos sociais. Hoje apresento aqui 3 importantes mitos que fazem boicotar a intenção de emagrecer.


  1. "As Pessoas não conseguem perder peso se não tiverem força de vontade"




  • Reverter em culpa e auto julgamento negativo por não ter força de vontade suficiente para levar a cabo uma dieta no passado. Comparar-se erradamente com as magras.
  • Achar-se uma pessoa fraca, preguiçosa, convencer-se disso a cada dia, a sua auto estima fica afetada, fica infeliz refletindo-se na vontade de comer o que vai comprovar que o pensamento negativo é verdadeiro.


  •     2.   "Para emagrecer necessita de muito esforço".

    • Necessita de terminar com os sentimentos que provocam este comportamento de fuga para a comida. Só necessita de muito esforço no caso de levar avante um programa de emagrecimento sem eliminar o que provoca a fome emocional. Eliminar estas sensações de desprazer e desconforto de forma natural é o objetivo do programa que vos falo.
        3.   "Necessito de abrir mão dos prazeres da vida para emagrecer"
    • O que agora interpreta como prazer é uma ilusão que vai deixar de ter. A fome emocional é provocada pela angustia, desprazer, solidão entre outros sentimentos negativos. Com a fuga a estes sentimentos queremos ir para o conforto da comida, e comemos para eliminar momentaneamente estes estados. É uma distração: a sensação de comida saborosa + o alivio temporário do sofrimento.
    • Este mecanismo é para o o corpo como uma dependência.


    domingo, 11 de janeiro de 2015

    Técnica da sanduíche na hora de dar limites ao filho/a

    Um bebé quando nasce têm já formada a sua auto estima, sim ela gosta dela. quantas crianças sorriem no seu primeiro dia de vida?

    Ao longo da sua infância essa auto estima irá ser lapidada pelos que estão à sua volta, os pais, o grupo de pares e até os professores.

    Frases como : "és um preguiçoso!", "Tu não sabes fazer nada bem feito..." "dá cá que eu faço, não sabes fazer nada...", podem destruir as auto estimas mais frágeis, e na criança é tudo fragil, pois eles têm um poder de acreditar piamente em cada palavra. Se analisarem, algumas palavra destas frases percebem que até são irreais! Para as crianças tudo é dito com um sentimento x 200. e sentido dessa forma.

    E perguntam voçês: "Sim, eu dou muito amor, carinho e atenção ao meu filho, mas por vezes tenho que lhe chamar atenção, "dar uma bronca" pôr limite?

    Até para pôr limite poderemos faze-lo sem ferir a sua auto estima, mas pelo contrário fortalecendo as suas capacidades para conseguir ser uma criança/adolescente/adulto melhor.

    Como?

    Utilizando a técnica da sanduíche. no meio de dois aspectos confortáveis vem o que nós não aprovamos. Sim porque é algo que nós não aprovamos, independentemente de estar realmente correcto ou não.

    Irei dar vos um exemplo:

    Eu sei és um menino inteligente, por isso eu vou ter esta conversa contigo, eu não gostei do teu comportamento à pouco com tal pessoa(...). mas eu sei que és capaz de mudar e fazeres antes daquela forma.

    Passar sempre a ideia que o seu comportamento não vai influenciar no amor que os pais sentem por ela. Para que o valor que ela tem de si própria não se confundir com os seus comportamentos.

    quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

    Coscuvilhice faz de mim uma má pessoa?

    Pergunta que já ouviu, ou já se faz, com certeza!

    Mas no caso de não saber responder a esta pergunta, eu farei outra? Gosta de si? Dá-se valor.

    As pessoas que gostam de fazer uma "fofoca" ou fazer coscuvilhice de outra/s têm graves problemas de auto estima.

    Mas fazer "fofoca" é ser uma pessoa má?



    Quantas pessoas nós encontramos que gostam de falar nas costas? E têm medo de falar na cara? Isso é maledicência, ou seja, falar mal nas suas costas, e por vezes de amigos. E mais grave a maior parte das "fofocas" não trazem nenhuma utilidade para a pessoa. É considerado o maior mal das relações interpessoais, vemos isso nas relações presenciais ou nas relações web. As calunias começam na escola e continuam no facebook, por exemplo.

    As pessoas estão a analisar-se neste momento e para perceber se nalgum momento da vida sentiam gosto por falar da vida alheia. E pergunto eu, nesse momento estava feliz em pleno com a sua vida?

    Quando nós passamos uma noticia, ou algo sobre outras pessoas teremos que avaliar três coisas, como se passássemos por três crivos:


    1. Essa informação é verdadeira? vem de fonte segura? 
    2. Essa informação é pode ajudar alguém?
    3. essa informação irá ser útil? 
    No caso da sua informação não passar neste teste não a passe para ninguém. Para se libertar dela, o melhor é escrever num papel, queimar de deitar as cinzas fora, sentindo-se livre.

    A pessoa que passa o tempo das suas relações a dizer mal, está a utilizar uma arma muito poderosa para ela não sofrer, como um alivio. Mas está a trabalhar ao contrário, pois tudo que ela aponta no outro está a projectar em si. Ele é a maior vitima dele próprio. 

    Neste momento está a pensar "Eu só aponto os defeitos dos outros porque eu queria que esta ou aquela pessoa mudassem para melhor". Pois é, mas ninguém muda por você apontar os seus defeitos. Por vezes a pessoa só muda (principalmente familiares directos) quando se sentem aceites, e amados como são.

    À luz da lei da atração, quando você fala mal de alguém, está a semear algo no universo que vai voltar para ti novamente. Tudo o que semear você colherá. Quando fala algo e mais tarde se arrepende, não poderá retirar as palavras que disse. Depois que falou está semeado.

    "Uma palavra dentro de ti, é tua refém, se a deixares sair em liberdade, tu é que ficas refém dela."

    É necessário ter muito cuidado para não deixar sair palavras que estavam presas muito tempo, no caso de isso acontecer é como cachorrinho, que não sabe andar na rua e é atropelado, pois tinha estado sempre preso. Ponderar primeiro, escolher as palavras certar, se necessário fale sozinho e oiça-se. 

    Permita-se fazer uma reciclagem espiritual, psicológica do seu ser para se sentir uma pessoa de bem com a vida.

    Quero voz contar um episódio que conto nas minhas formações de desenvolvimento pessoal e social:
     "Uma senhora, olhava para o estendal da vizinha dizia ao marido:
     - Como é possível, que aquela vizinha não saiba lavar roupa, está toda suja! Alguém tem que lhe ensinar aquilo que ela não sabe fazer.
    Todos os dias ela dizia isso.
     O marido todos os dias calado. E ela cada vez mais enfurecido com o sucedido.
    Ouve um dia, que a esposa disse ao marido:
     - Olha marido, ouve alguém da vizinhança que lhe disse à vizinha da frente como se lavavam os lençóis!
     - E ele respondei:
     - Não mulher, eu hoje pus-me a pé mais cedo e lavei os vidros da marquise."

    As pessoas só falam daquilo que entendem bem, tal como a mulher. 90% das criticas são destrutivas. Por vezes a sua sinceridade vai destruir por dentro a outra pessoa.

    Nesta matéria, devemos nos auto disciplinar, como fossemos um policia de nós mesmos. 

    Falar mal de alguém irá aumentar impulsos negativos, que nos levam do pensamento à prática e, pior, falar mal das pessoas, vendo nelas os seus defeitos e esquecendo-nos de observar que elas possuem, também, grandes virtudes. Há pessoas que só vêem erros e falhas na vida alheia, não só em desconhecidos, mas até em familiares mais próximos e colegas de trabalho. 

    É um dos mais graves sintomas da falta de auto estima. Imaginando que a sua mente é um palco, faça de si o/a actor/actriz principal, de valor a si própria, faça de si a pessoa mais importante da sua vida.

    Permita-se ser feliz!

    domingo, 14 de dezembro de 2014

    7 Dicas anti envelhecimento cerebral

    1. Fazer exercício físico regularmente faz bem ao corpo e ao cérebro também. Este a cada passo fica mais tranquilo e saudável. O indicado será 30 minutos por dia, todos os dias.
    2. Uma dieta alimentar variada, rica em fibras, gorduras saudáveis e proteínas em quantidades moderadas faz com que a performance neural seja alta. Ao contrário, quando consome hidratos de carbono e gorduras saturas, como as batatas fritas, doces, o cérebro entra num estado de euforia e de seguida pura preguiça. O café pode ser um aliado do seu cérebro. Alguns estudos indicam-nos que um café por dia pode ser uma boa prevenção da doença de Alzheimer. O peixe rico em ómega 3 e a semente de linhaça são poderosos para o desenvolvimento cerebral 
    3. Uma boa noite de sono é essencial. É durante o sono que o cérebro selecciona os pensamentos e memórias que aconteceram durante o dia. O cérebro tem que fazer um refresh daquilo que não é necessário. Quando não dormimos bem ou fazemos uma direta as nossas sinapses (processo de transmissão de informação de um neurónio ao outro) ficam lentas, é difícil recordar coisas a curto prazo e a aprendizagem está afetada.
    4. Mas por vezes, mesmo dormindo as horas necessárias ( media de 8 horas/noite), e de ter uma alimentação cuidada não é suficiente para conseguirmos ter novas ideias e nos sentirmos frescos/as como uma alface. Há dias em que o cansaço mental nos invade, ou devido a uma alimentação de carnes vermelhas ou de alguns abusos de álcool, o certo é que o hipocampo fica intoxicado. O hipocampo coordena o sistema endócrino/hormonal. Com este pequeno órgão cerebral intoxicado temos mais pensamentos negativos durante o dia e pesadelos durante a noite. A dica, para além de ter uma alimentação mediterrânica, é poder fazer mindfulness, artesanato, Yoga ou meditação para poder ajudar a sua mente a equilibrar-se.
    5. Sonhar com os olhos abertos e a mente acordada é o melhor elixir para o cérebro. Se  deseja fazer algo novo ou ter algo novo, imagine-se lá, cultive os seus sonhos com a certeza que se vão realizar a seu tempo. Quem semeia colhe! No caso de achar que já não tem idade para ter sonhos, ajude os seus netos, sobrinhos a acreditar nos seus sonhos e sinta-se grato por esse feito grandioso.
    6. Os quebra-cabeças, sopa de letras, ou sudoku são considerados exercícios mentais, mas até hoje nenhum ficou provado que fortalece o cérebro. Nos estudos que existem, os cientistas, referem que manter uma mente ativa em que tentar algo novo é uma constante retarda o processo de envelhecimento cerebral.
    7. Não se isole, cultivar a amizade sem julgar os outros é o segredo. Sei que com a idade temos uma experiência grande no que toca a relacionamentos interpessoais e à noção que temos do outro. Temos tendência em ver mais defeitos do que virtudes. O primeiro passo é aprender a aceitar o ser que é, sem julgamentos, amar-se na sua plenitude, isso vai ajudar a ver mais as virtudes nos outros e aceita-los como são "seres humanos passiveis de falhas". E permita-se ser feliz com a amizade!

    sábado, 13 de dezembro de 2014

    7 Dicas para terminar com o sofrimento

    1. O seu mundo interior cria o mundo que está à sua volta, portanto, você é aquilo que pensa e faz; quanto mais reforçar o discurso e os pensamentos negativos, mais refém se torna deles. 
    2. As coisas que ouve sobre dinheiro, sexo, relacionamentos, estudos, política etc. não são necessariamente verdadeiras; ao adotar novas formas de pensar e agir, com base naquilo que realmente é capaz de fazer, e realmente é, as coisas mudam naturalmente. Não se auto sabote com a crise!
    3. Pensar em coisas boas ou em coisas ruins dá o mesmo trabalho, então, opte por coisas que contribuam para a sua felicidade e o seu sucesso e pare de adivinhar, de sofrer por antecipação e procure alimentar apenas pensamentos que lhe fortalecem. Pense sempre que melhores dias virão.
    4. Os exemplos que você teve a respeito de muitas coisas eram o modo de agir dos seus pais, entretanto, a sua maneira de ver e fazer as coisas é você quem escolhe; escolha ser mais alegre, mais otimista, mais abastado e a felicidade será apenas consequência. Não seja pedinchão ao santinho lá da terra, agradeça-lhe como já estivesse a acontecer e vai ver que só dizendo em voz alta sente a força dessa graça dentro do seu peito.
    5. Como diz o Seth Godin, a questão não é se você é capaz de fazer um trabalho digno e interessante, você é, mas a pergunta é: você está disposto? É mais cómodo reclamar do que levantar-se da cadeira para fazer algo diferente, mas é isso que você quer?
    6. Levante-se todos os dias disposto a aprender algo novo e diferente, sem qualquer benefício prático aparente, pensar em ganhar algo sempre; isto vai reforçar a sua predisposição para a aprendizagem e redefinir os caminhos neurais para uma nova maneira de ver as coisas. Não esquecendo que enriquecendo-se só porque sim aumenta o valor que tem por si próprio. No caso de estar desempregado/a deverá levantar- todos os dias e procurar emprego bem disposta como se já o tivesse. no caso de ter de arrumar a casa, pense que tem de o fazer agora pois com o novo emprego irá ter menos tempo para isso, o melhor é adiantar serviço!
    7. Os medos, os mitos e os sonhos surgem do mesmo lugar, ou seja, da nossa capacidade de alimentar, positiva ou negativamente, os modelos mentais que herdamos ao longo da vida, os quais só serão mudados a partir do momento em que tivermos coragem de experimentar um futuro novo e diferente. Permita-se ser feliz.




    quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

    Que efeito têm as emoções na diabetes?





    Antes de vos explicar que efeito têm as emoções na diabetes ou como as emoções podem provocar a doença, quero-vos deixar informação sobre o tipo de diabetes:




    DIABETES DO TIPO 1, que se instala na infância e adolescência e é ocasionada pela destruição imunológica das células protetoras de insulina - e, nesse caso, é necessário o uso de insulina para o tratamento.

    DIABETES DO TIPO 2, que é a forma mais comum e abrange quase 90% dos quadros, acometendo primordialmente os adultos. Aqui a doença é provocada pela resistência do organismo à ação da insulina e produção insuficiente da mesma, em geral relacionada a quadros de obesidade e sedentarismo.

    DIABETES GESTACIONAL, que, como o nome indica, instala-se durante a gravidez. A explicação está nas alterações hormonais desta fase da vida, que leva à resistência à insulina.

    OUTROS TIPOS DE DIABETES, que ocorrem por doenças pancreáticas, genéticas ou hormonais.

    O estado emocional desencadeia e agrava a doença como já referi. Afinal, é preciso relembrar que a diabetes é uma doença caracterizada pelo elevado nível de glicose (açúcar) no sangue. Esse aumento ocorre em três situações: quando o organismo não produz insulina - hormona que ajuda a transportar a glicose do sangue para o interior das células -, quando fabrica insulina em quantidade insuficiente ou quando o corpo não consegue absorver adequadamente a insulina produzida. "Durante uma situação de tensão emocional, o corpo libera a hormona adrenalina e cortisol, que têm ação contrária à insulina", salienta.

    Quando o organismo entra em defesa de uma possível ou imaginária situação de ameaça, produz a hormona do stress, cortisol que causa a síndrome de Cushing, visto em diabeticos, obesos, doenças causadas pelo sistema imunitário baixo, entre outras.

    Tratamentos

    Apenas o farmacológico não é suficiente para tratar e controlar a doença, evitando as complicações, reeducação alimentar, exercício físico, equilíbrio emocional são aspectos que tem para os que querem qualidade de vida devem ter em conta.
    A maneira como o diagnóstico é comunicado pode influenciar no tratamento, o médico deverá saber que se tem diabetes, o medo, a insegurança, a revolta agravam os quadros desta doença. A probabilidade de recusa ao tratamento é grande. Há uma tendência para o paciente se sentir pior do que os outros, o único com problemas e a procurar culpas que não existem, como se a diabetes fosse uma punição.
    Assim, torna-se evidente e obrigatório o acompanhamento psicológico para a eficácia dos tratamentos para diabéticos. 

    Para o diabético é crucial saber gerir emoções, mas como é que sei gerir emoções?

    Para o diabético é necessário ter uma perspectiva do futuro positiva, sem medo. Mas como é que eu aprendo a fazer isso se estive toda a avida nesse padrão de pensamento?

    Como é que eu aprendo a não me desiludir com os meus filhos quando discutem com o meu marido?



    São só algumas perguntas que o diabético faz e não obtém resposta se não tiver acompanhamento psicológico. Considerando o diabético uma pessoa com identidade, sonhos e medos, o apoio psicológico é essencial, pois com o diagnóstico alguns sentem-se extremamente limitados o que muitas vezes gera tristeza, pensamentos do tipo “não tenho mais o direito de viver bem”, isolando-se do grupo social em função das conceções erróneas a respeito da diabetes.
    É normal o ser humano sentir medo diante das mudanças da vida, o que gera insegurança, pois não sabe como será o novo. Assim é quando se casa, quando se tem filhos, quando se muda de emprego, a dinâmica de vida sofre alterações, bem como, “ficar diabético”. Ser portador da diabetes implica fazer mudanças nas rotinas, mas são sempre mudanças saudáveis e que podem e devem dar prazer. E não menos importante é resolver os conflitos internos, retirar de dentro mágoas do passado, procurando uma auto-estima saudável.


    Muitas vezes, o paciente tem consciência do quão importante é controlar a diabetes, comer várias vezes ao dia, ou controlar os níveis de assucar, mas ainda assim, continua a sabota o tratamento, como se fosse uma punição. Assim, não basta ter consciência da doença e das suas complicações, pois a doença física atinge diretamente o emocional, e o emocional não é determinado somente por aspectos conscientes. É constituído também por questões profundas e inconscientes, as quais podem impedir o controle adequado da diabetes se não for aceite.
    A diabetes pode ser enfrentado de formas diferentes por cada indivíduo, dependendo da estrutura psíquica ou organização mental deste. 
    Há de se considerar, que a diabetes é uma doença decorrente de vários fatores, sendo que vários estudiosos consideram-na como doença psicossomática, ou seja, que sofre influência de fatores emocionais em sua origem. 

    Geralmente, os sentimentos que acompanham a doença como crónica são negativos, produzindo grande abalo na auto-estima, já que as pessoas ao se depararem com algo diferente e invasivo demonstram sentimento de inferioridade, medo, raiva, revolta, frustração, ansiedade, negação da situação, regressão e depressão. Desta maneira, as alterações na glicémia e na evolução da doença no âmbito geral, podem ter interferência de fatores emocionais e afetivos. 
    A família do paciente diabético podem também enfrentar ansiedade diante das mudanças na vida diária e dos cuidados exigidos pelo tratamento, entretanto o apoio emocional e social desta é fundamental para a implementação e aceitação do novo estilo de vida. 
    Tomar consciência das próprias necessidades é conhecer as próprias limitações e potencialidades para poder superar as dificuldades, procurando alternativas para saber o que é bom para si e para aqueles que nos rodeiam.
    O apoio psicológico é importante a todas as pessoas que sentem necessidade de se conhecer e lidar com situações quotidianas de forma satisfatória e produtiva.
    Muitas pessoas têm dificuldades em adotar novos hábitos de vida. A psicologia vai trabalhar com as emoções, com as questões referentes ao novo estilo de vida, resgatar a auto-estima, saber perdoar-se, deixar que abandone as mágoas do passado, saber distanciar-se emocionalmente e não se envolver demasiado nas situações do dia a dia. Além disto,o profissional de saúde também lhe vai mostrar os aspectos positivos da mudança de hábitos e a necessidade de se adequar para ter uma vida saudável.

    Dicas importantes 
    *O diabético deve manter um equilíbrio emocional e contar com apoio social e familiar;
    *Ter motivação pessoal, disciplina e força de vontade;
    * Praticar atividade física regular;
    * Realizar a gestão da glicémia;
    * Usar a medicação nos horários corretos; 
    * Alimentar-se adequadamente.


    Permita-se ser feliz, voçê também merece!

    sábado, 29 de novembro de 2014

    Angustiada ? Sem causa aparente?

    Volta e meia sinto-me angustiada, sem explicação. Parece que algo aperta o meu peito, sinto uma tristeza sem razão só quero ficar sozinha. Nessas alturas tudo me dá vontade de chorar e irrito-me com mais facilidade.


    São testemunhados de pacientes, principalmente mulheres, que têm esta queixa na consulta. E o quero explicar é o facto de todas me dizerem, que não há motivo para este estado de espírito, parece um sentimento grande as sem razão.
    Por que será que o nosso psiquismo acha que uma sensação tão forte e dolorosa como a angústia é injustificada?
    Acham que nós poderemos não ter autoridade nos nossos sentimentos? Muitas pessoas acham que não os podemos controlar. Mas e os pensamentos? Se podemos controla-los, e estas influenciam os sentimentos, então se calhar também poderemos controlar os nossos sentimentos e livrar-nos da angustia. Vamos perceber como.
    Por vezes quando nos sentimos tristes no meio do turbilhão de coisas que temos para fazer, simplesmente desejamos que rapidamente esse sentimento se afaste. Passamos rapidamente para a tarefa seguinte, sem percebermos a verdadeira razão por nos sentimos dessa maneira. Algumas vezes esta estratégia pode comprovar-se eficaz. Mas, se o assunto/situação for realmente pertinente, a tristeza irá fazer-se sentir novamente, só que agora noutro contexto, sem causa aparente. Nesse momento, temos mais dificuldade para identificar as razões, ficamos confusos. À medida que a tristeza se vai instalando, a nossa atenção vai-se dirigindo para o nosso mal-estar.
    Na realidade, a angústia tem sempre uma explicação. O primeiro passo é nos apercebemos deste sentimento, identificar o grau, grande ou pequeno, e o exato motivo desta angustia. Para ajudar-lo neste exercício tente localizar os pensamentos que estavam a ocorrer imediatamente antes de sentir
    As rotinas diárias tendem a nos desviar da percepção de nós mesmos, até mesmo da percepção do nosso corpo. Um sinal evidente disso é que, na maioria das vezes, nem sequer nos percebemos das mudanças da nossa respiração, que acompanham mudanças importantes no nosso corpo e também mudanças emocionais. Preste atenção às mudanças da respiração, aos suspiros, se é uma pessoa que suspira, por exemplo por que está pensar numa situação que para si foi stressante, a dica é suspirar não uma mas mais vezes. E o mais importante é ter consciência do que está a fazer, ao suspirar está a enviar a tensão embora, e com essa tenção os pensamentos negativos dessa situação, ultrapassando-a.
    O processo da análise tem exactamente esse propósito, permitir entrar em contato com o nosso mundo interior. Mesmo sem estar envolvidos num processo terapêutico, podemos prestar mais atenção ao que sentimos, às mudanças de humor e tentar detectar que acontecimentos do dia nos perturbaram emocionalmente.
    Para perceber como acontecimentos aparentemente sem importância podem mudar o nosso estado emocional de forma tão intensa, devemos imaginar o nosso mundo inconsciente como uma enorme rede de memórias emocionais, ligadas uma à outra. Todas essas memórias estão associadas a sensações previamente experimentadas, com um grau variável de intensidade, até chegar às mais intensas, às mais dolorosas.
    O que forma a rede de lembranças emocionais inconscientes não é um nexo causal. Ou seja, não lembrar-se de um fato porque ele foi provocado por algo que está presente neste momento na minha vida. O processo de ligação das memórias inconscientes é meramente associativo. Uma memória é ligada à outra porque “lembra” uma situação parecida.
    Quando algo, aparentemente insignificante, acontece no nosso dia-a-dia, se a sensação experimentada for parecida com uma série de lembranças emocionais de nossa rede interna, a rede toda fica ativada e a carga emocional de toda a rede passa a ser percebida.
    Conscientemente, porém, nós percebemos apenas uma sensação intensa de mal-estar, sem saber de onde ela vem, pois a rede de lembranças emocionais, no seu conjunto, continua permanecendo inconsciente.
    Para descobrir o conteúdo emocional dessa rede, pode levar tempo e um longo processo de indagação interna, geralmente difícil sem a ajuda de um terapeuta. Por exemplo: começa o seu dia por levar a sua filha/o à escola mas ela esqueceu-se de lhe dar um beijinho, como a sensação experimentada tem sido tão boa, que poderá ativar uma sensação de desproteção, assim, poderá andar todo o dia mais sensível e divido a isso as relações inter pessoais podem ser castigadas, chega ao fim do dia com uma grande carga emocional, sem conseguir perceber porquê.
    O medo é o maior parceiro da angústia. O medo, quando exagerado, paralisa-nos e deixa-nos vulneráveis. O medo tece cuidadosamente as grades imaginárias dessa gaiola ao nosso redor. Preste atenção... as grades são "imaginárias".
    Se permanece angustiado/a por tempo demais, corre o risco de adoecer. A sua auto estima fica fragilizada, o sistema imunitário enfraquece e surge uma vulnerabilidade às doenças emocionais e psicossomáticas. Assim, é importante alertar para verificar o seu estado interior. Não se pode escondes por detrás dos seus medos. Não se engane dizendo a si mesmo e os outros que está tudo bem, ou que isto vai passar.
    Acima de tudo merece ser feliz, para isso tem que dar uma nova oportunidade a sí própria, ao dar esta oportunidade irá perceber que a pessoa mais importante na sua vida é você
    De seguida encontra algumas técnicas para o/a ajudar sempre que se sentir angustiado/a
    Técnica para aliviar a angústia
    "Feche os olhos por um momento e localize, no seu corpo, o local onde a angústia se encontra armazenada. É um lugar apertado, dorido, amachucado, tenso ..
    Aperceba-se da angústia que está armazenada nesse local como se fosse uma massa escura...
     Para algumas pessoas essa massa pode se parecer com uma fumaça. Para outras pode parecer sólida como uma rocha. De qualquer maneira, tendo localizado a angústia no seu corpo, comece e prestar atenção à sua respiração.
    Inspire o ar e imagine uma luz prateada ou dourada muito brilhante a descer do alto da sua cabeça e a entrar no seu corpo.
    Imagine que a cada inspiração leva essa luz brilhante até ao local onde está a sua angústia. É como se essa luz fosse dissolvendo aquela massa escura.
    Ao expirar, deixe que o escuro da angústia saia junto com o ar. Inspire essa luz brilhante, cintilante, cheia de paz, levando-a até o ponto de angústia e expire a angústia, fazendo com que a tensão saia. Poderá fazer este exercício durante 20 minutos até sentir um alívio."
    Este exercício tem maior eficácia no consultório pois à medida que o/a Terapeuta induz com a sua voz o relaxamento ( com musica relaxante de fundo) o/a paciente acompanha a voz e é conduzida para um bem estar pleno e uma harmonia satisfatória.

    APRESENTO ALGUMAS MANEIRAS DE EXPERIMENTAR A TRISTEZA NORMAL DE UMA MANEIRA SAUDÁVEL E PERMITIR QUE ESTA EMOÇÃO SEJA VANTAJOSA NA SUA VIDA:
    §  Permita-se estar/ficar triste. Negar tais sentimentos pode forçá-lo ao recalcamento, fazendo com que numa fase posterior a sua força se faça sentir provocando mais danos. Chore se sentir essa necessidade. Provavelmente irá sentir alívio depois de chorar.

    §  No caso de se sentir triste, aceite estar triste durante algumas horas ou um dia que seja. Use a sua tristeza para fazer uma introspeção, decida ficar sozinho, ouvir música melancólica, e observar os seus pensamentos e sentimentos. Planear um determinado tempo para expressar a sua infelicidade temporária, pode ajudá-lo a sair desse estado. Algumas pessoas aproveitam para escrever, pois também faz bem expressar por escrito o que vai na alma.


    §  Pense no contexto em que emergem esses sentimentos de tristeza. São relacionados com uma perda ou com um evento infeliz? Geralmente não é tão simples como descobrir a “causa ” da tristeza, mas talvez seja possível compreender os fatores envolvidos.

    §  A tristeza como resultado de uma mudança. A tristeza pode ser resultado de uma mudança que você não esperava, ou pode sinalizar a necessidade de uma mudança na sua vida. A mudança geralmente é stressante, mas é necessário para o nosso crescimento. Por vezes temos expetativas altas do que nos dá a vida, uma tendência para controlar todo o que acontece à nossa volta, a atitude de “tudo o que vem eu recebo com os braço abertos” é uma via para ajudar na felicidade.

    Permita-se ser feliz, se não conseguir fazer-se feliz sozinha, peça ajuda.